Trilha da Serrinha c/ “voltinha”.

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No dia 04/04, sexta-feira da paixão, os Bandeiras se reuniram às 06:30 da manhã no posto joia para realizar a trilha da Serrinha, um dos percursos mais populares da região.

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Foram 11 ciclistas, no primeiro trecho até a famosa e interminável subida da serrinha mantivemos uma boa média, em torno de 20 km/h.

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Na segunda metade, um dos ciclistas sugeriu que fizéssemos um caminho alternativo, segundo ele era o “caminho da aventura”, em busca de novas emoções a turma o seguiu e acabou se perdendo, o planejado seria que percorrêssemos 55 km, mas devido ao caminho da aventura terminamos a trilha com 70 km.

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Próximo ao fim um dos ciclistas acabou se chocando com uma Ford Ranger, apesar da magnitude da camionete além do susto nada de grave ocorreu.

Finalizamos a trilha da Serrinha com um tempo estimado de 3 horas e 30 minutos em andamento, com uma elevação aproximada de 1100 metros.

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Fim de semana tem mais!

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Trilhas: Pedreira + Goiandira + Morro do Urubu

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Neste último sábado os Bandeiras saíram às 07:30 da manhã para fazer as Trilhas: Pedreira + Goiandira + Morro do Urubu.

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O primeiro trecho, de Catalão até Goiandira foi tranquilo, com direito a uma parada no belíssimo Ribeirão Pirapitinga, próximo a pedreira desativada, tiramos fotos e nos refrescamos.


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Chegando em Goiandira paramos para repor as energias, compramos um pacote de paçoca fechado e bebemos uma coca gelada.

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De Goiandira em diante o Sol começou a castigar, já se aproximava das 10 da manhã, e depois desse horário o ritmo diminuiu.

Próximo ao fim, no trecho técnico do Morro do Urubu, alguns ciclistas pregaram, e uma carona salvou um de nossos amigos (rsrsrs, faz parte).

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No total percorremos uma distância aproximada de 55 km, com 800 m de elevação, e uma velocidade média de 18 km/h, terminamos com algumas dores no corpo, queimados do sol, mas com muitas histórias pra contar e com a sensação de dever cumprido!

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Os 7 pecados capitais que comprometem o treinamento do ciclista.


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O ciclismo é um esporte viciante, quem começa a pedalar dificilmente resolve parar, e a curto prazo o ciclista já percebe melhoras no seu condicionamento físico e na técnica.  Abaixo listo os 7 erros mais cometidos por ciclistas no treino, que acabam comprometendo seu rendimento.

1 – Pedalar sempre no mesmo volume e intensidade.

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Treinar sempre no mesmo ritmo não gera novas adaptações no nosso corpo. É de suma importância para melhorar o condicionamento físico, que  o individuo, independente do esporte aumente o volume e a intensidade do treinamento.

Estabeleça objetivos, aumente a distância percorrida, procure pedalar uma média por km mais rápida, entretanto não se esqueça, treino em excesso, sem recuperação e descanso comprometem a evolução do ciclista (Saiba mais sobre a recuperação e descanso no próximo item).

2 – Treino em excesso.

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Inúmeros atletas de alto rendimento, favoritos em suas modadlidades, já perderam títulos importantes devido ao excesso de treinamento, também conhecido no meio esportivo como overtraining. Mas isso não é uma exclusividade apenas de atletas profissionais, acomete também indivíduos  amadores e que pedalam por diversão. Existem dois tipos de recuperação, a ativa e a passiva.

A recuperação ativa consiste que um dia após um treino intenso o ciclista pedale numa intensidade mais baixa para que aumente a irrigação sanguínea nos músculos e articulações, que carrega consigo nutrientes e hormônios que aceleram o processo regenerativo. Na recuperação passiva o ciclista se priva de atividades físicas, permanecendo em repouso.

3 – Manter uma frequência semanal de exercícios inferior a 3 dias.

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Infelizmente, nos dias atuais ter horários flexíveis e tempo para realizar exercícios físicos está se tornando cada vez mais difícil. Trabalho, estudo, família são fatores que acabam limitando um tempo para si mesmo.

Mantenha uma rotina de exercícios de no mínimo 3 dias durante a semana, não necessariamente apenas pedalando, existem outras opções que demandam menos tempo e que trarão benefícios para o praticante, como a corrida, a natação e a musculação. Além do mais, o risco de lesões para indivíduos que treinam esporadicamente é muito grande.

4 – Recuperar o tempo perdido.

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São poucos que conseguem dedicar sua vida unicamente ao esporte, e mesmo os que conseguem passam por dificuldades. Agora imagine os meros mortais, o conhecidos paus de rato, que pedalam por hobbie e diversão  e dividem o pedal com mil e uma tarefas no dia-dia.

Se perdeu um dia de treino, não tente compensa-lo, continue de onde parou e respeite os períodos de descanso. Um treino além do limite pode trazer consequências indesejáveis, como lesões e baixa no sistema imunológico.

5 –   Alimentar-se mal.

O ciclismo é um esporte de alta intensidade, demandando do ciclista,  força, resistência e essencialmente uma alimentação adequada.

Na alimentação diária, equilibre a ingestão de carboidratos, vitaminas, proteínas e lipídeos. Abaixo uma  pirâmide alimentar que dá uma boa proporção da quantidade e do tipo de alimentos que devemos consumir.

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Em pedais mais longos, as reservas de energia do corpo (glicogênio) decaem, consequentemente o nível de lactato nos músculos e acidose no sangue aumenta, gerando queimação nos músculos, desconfortos e queda no rendimento. Recomenda-se que durante o pedal ingira-se carboidratos de alto índice glicêmico para retardar a produção de lactato (post: O que comer durante o pedal?).

Após o pedal, reponha as reservas de energia consumindo carboidratos de baixo e alto índice glicêmico, e a regeneração dos músculos nesse momento depende diretamente da ingestão de alimentos proteicos (alimentos de origem animal: carnes, ovos, derivados do leite).

Para mais informações sobre dieta e alimentação especifica procure um nutricionista.

6 – Perder o foco.

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Algumas pessoas tem mais obrigações do que tempo, e isso influi diretamente em nossas atividades diárias. No esporte não é diferente, os âmbitos, pessoal e o profissional, interferem diretamente no nosso desempenho.

Lembre-se que o exercício físico não é mais um fator de estresse, pelo contrário, ele promove o relaxamento e para muitas pessoas funciona como um antidepressivo. Durante o exercício nosso corpo libera inúmeros neurotransmissores e hormônios que são responsáveis pela sensação de bem-estar e prazer.

7 – Não periodizar o treinamento.

Este último item é a base de todos os demais, abordarei o tema “periodização” de forma simples e objetiva, é um assunto que merece um post exclusivo.

A periodização consiste no planejamento do treinamento para uma determinada meta (competição, desafio ou algum objetivo individual). Divide-se o período de treinamento em vários ciclos com o objetivo específico de alcançar um alto rendimento por meio de uma preparação sistemática.

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Todo treinador, atleta profissional, ou atleta amador (que tem o esporte como um hobby), independente do esporte, deve ter em mente que antes de planejar seu treinamento, 3 etapas devem ser respeitadas, a etapa base, a etapa de transição e a etapa especifica.

A etapa base tem por objetivo desenvolver as capacidades funcionais do individuo para a modalidade em questão, no caso do ciclismo a resistência de força, a força muscular localizada  e a flexibilidade são bastante trabalhadas. Nessa fase, treinos na academia tornam-se comuns, e o volume  dos treinos de ciclismo são mais altos, isto é, o ciclista prioriza a distância percorrida.

Na etapa de transição, reduz-se o volume e começa a se aumentar a intensidade. Nesse período o ciclista inicia os treinos específicos para a meta (competição, desafio…) em questão. No MTB, treinos em subidas, descidas, terrenos acidentados, trechos técnicos são enfatizados pelo ciclista. Na academia o trabalho de força explosiva, ou de potência, inicia-se.

A fase especifica  é marcada pelo treino mais próximo possível da realidade do objetivo (competição, desafio…) traçado no inicio da periodização. O trabalho de potência ainda pode persistir, mas com pericia, para não ocasionar lesões.  Nesse período, manter a concentração e não deixar os problemas pessoais interferirem nos seus planos torna-se imprescindível.

[Treino (estimulo) + descanso = Supercompensação] deve estar presente em todas as fases do treinamento.

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 Supercompensação, trata-se da quebra do equilíbrio do corpo em resposta ao treinamento e ao descanso. Após a adaptação do corpo a um estimulo (treino + descanso), torna-se essencial que um estimulo maior seja dado para que ocorra melhoras no rendimento.

Exemplo de uma planilha semanal de treinos:

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Microciclo de Incorporação: usado na fase inicial do treinamento.

Para mais informações sobre periodização e treinamento procure um Professor de Educação Física.


Criar objetivos e metas facilitam o planejamento e potencializam o condicionamento físico do ciclista. Pedale em grupo, converse com seus amigos sobre o estabelecimento de metas, competitivas ou não, busque sempre progredir e ultrapassar os seus limites, perceber que está melhor e sempre evoluindo é gratificante e motivador.

Bons treinos!

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Ciclovias: uma realidade distante de Catalão/GO?


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A bicicleta é o meio de transporte terrestre mais completo, levando em consideração a vida humana e a sustentabilidade do planeta. O ciclista melhora sua capacidade cardiovascular e respiratória, fortalece os músculos e articulações, e previne-se de inúmeras doenças relacionadas ao sedentarismo. Além do mais, a magrela é um veículo que não polui e não emiti gazes,   e 5 bicicletas em movimento ocupam o espaço de um carro.

ciclismo e seus benefícios

Na Europa,  até 2020 serão construídas 70 mil quilômetros de ciclovias interligando 43 países. Em São Paulo, o prefeito Fernando Haddad, e a Secretaria Municipal de Transportes  têm como meta entregar, até o final de 2015, 400 quilômetros de ciclovias. Essa medida na grande São Paulo é um incentivo para a população deixar os veículos automotores em casa, passando a usar a magrela como meio de transporte, amenizando o problema dos engarrafamentos, e promovendo qualidade de vida para os paulistanos.

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Em Catalão/Go, é notório o crescente aumento do número de ciclistas, apesar de nossa cidade ainda não sofrer com congestionamentos, carecemos por espaços exclusivos e de lazer para os ciclistas.

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Pesquisando pelas palavras chave “ciclovias, catalão”  no google, encontrei algumas publicações e matérias interessantes relacionadas a criação de ciclovias e um parque em nossa cidade.

Em fevereiro de 2013, a exatamente 02 anos, a prefeitura promoveu uma reunião para discutir projetos ambientais para Catalão, nessa reunião estavam presentes representantes de ONGs, professores da UFG, o secretário do meio-ambiente, o prefeito, além de interessados no assunto.

Uma das pautas dessa reunião foi o estudo especifico sobre a implantação de ciclovias na cidade, o prefeito Jardel Sebba, mostrou-se bastante interessado na ocasião, declarando:

 “Tenho muito interesse em criar as ciclovias, mas antes precisamos ver a capacidade técnica de Catalão e analisar os recursos financeiros.” (fonte: Portal da Prefeitura  de Catalão)

Professores e alunos do curso de Geografia da UFG-CAC, tem estudos e um debate avançadíssimo relacionado a criação de um parque Sócio-Ambiental Público das Nascentes do Pirapitinga e com uma importante ciclovia de 10 quilômetros de extensão – do último trevo da saída para Brasília e dos fundos do “Condomínio dos Buritis” até o Clube do Povo.

 Link do YouTube de uma reportagem realizada pela TV Pirapitinga (afiliada da Rede Globo) com alunos da Universidade Federal de Goiás sobre a criação de Ciclovias e Parques Socioambientais na Cidade de Catalão/ Goiás no dia 27 de julho de 2013:   Entrevista com alunos do Curso de Geografia da UFG-CAC

A criação desse parque traria inúmeros benefícios para os catalanos, visto que conservaria as importantes nascentes do Pirapitinga , criaria áreas para o lazer da população e urbanizaria de forma consciente e sustentável espaços até então esquecidos . Parques como este criam hábitos e mudam estilos de vida,  e conscientizam a população da importância dos recursos naturais e da prática de exercícios físicos ao ar livre.

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Navegando pelo website da prefeitura de Catalão, encontrei uma publicação, de maio do ano passado, sobre o início das obras do Parque Natural da Mata do Setor Santa Cruz. O projeto apresenta-se bem planejado e estruturado, abaixo uma figura do projeto:

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No dia 16 de setembro de 2014, Representantes do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semmac) se reuniram, para discutir e aprovar o estudo técnico de criação da Unidade de Conservação do Parque Natural Municipal do Setor Santa Cruz (PNMSSC), popularmente conhecido como Mata do Setor Universitário.

 O projeto prevê ainda a criação de uma área de lazer com calçadões para caminhada, ciclovias, playgrounds, núcleo esportivo entre outros espaços para a população. (fonte: Portal da Prefeitura de Catalão)

Parece-me que os debates e estudos sobre a criação do Parque Natural Municipal do Setor Santa Cruz estão bem avançados, que os projetos saiam do papel, e até o fim da atual gestão  tenhamos o parque, as áreas de lazer e a ciclovia. Nossa cidade carece e precisa com urgência de espaços e parques como este, não só no Santa Cruz, mas também nos bairros periféricos de nossa cidade. A descentralização das áreas de lazer deve ser pensada para agora e para as próximas gestões.

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Marcação do Morro do Urubu.

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O morro do Urubu é um dos poucos Single Tracks técnicos nas proximidades da cidade de Catalão. O trecho tem aproximadamente 04 km, e um terreno bastante característico, formado predominantemente por pedras, raízes e cascalho. Para quem tem intenção de melhorar a técnica em trechos com obstáculos,  o Morro do Urubu é um prato cheio.

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Alto do morro do Urubu.

Considero o trecho de nível médio/difícil, o ciclista deve dominar algumas técnicas de posicionamento em cima da magrela para transpor os obstáculos.

No último sábado, fizemos a marcação com TNT do Morro do Urubu, a ideia partiu do ciclista Bruno Tarbes, depois de alguns ciclistas do nosso grupo terem se perdido no trajeto.

Usamos TNT de cor amarela, amarramos as tiras em arvores e cercas.

Abaixo algumas fotos de lugares que realizamos marcação:

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Conheça o Morro do Urubu, aperfeiçoe sua técnica, e divirta-se no singletrack.

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10 dicas essenciais para quem pedala (MTB)

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A bicicleta é um dos meios de transporte terrestre  mais completos, além do deslocamento de um lugar para outro, a magrela não polui, melhora o condicionamento físico e a qualidade de vida do ciclista. A bike proporciona sensações e momentos únicos.  Quem pedala conhece pessoas, lugares, e desfruta de paisagens belíssimas. Abaixo organizei uma série de 10 orientações que considero essenciais para o ciclista que já pedala e para o ciclista que deseja iniciar suas aventuras no mountain bike.

1 – Segurança: Capacete e luva são acessórios essenciais.

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Apesar da aparência frágil e de muitos dizerem que o capacete do ciclismo não protege, isso é uma grande mentira, já vi acidentes que se não fosse o capacete o pior teria acontecido.

A luva é outro acessório que não pode faltar, quedas são comuns e os ralados são consequência, e ralar a palma da mão no cascalho é horrível e inesquecível (rsrs), experiência própria.

2 – Trocar Pneu: carregue sempre consigo câmara de ar reserva, espátula e bomba de encher pneu, e aprenda a usar esses acessórios.

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Antes de me ensinar a dirigir meu pai me ensinou a trocar o pneu do carro, e acredito que esse ensinamento também vala para a bicicleta, antes de sair para a primeira a trilha, saiba trocar o seu pneu, furos são comuns, e voltar empurrando a bike por que não sabe trocar o pneu é frustrante.

Abaixo um video tutorial de como trocar o pneu da bike:

https://www.youtube.com/watch?v=7PGM6wFtVPY

3 – Alimentação e hidratação: Não estrague a sua diversão e da turma.

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Em pedais mais curtos, com distâncias menores, alimentar-se  torna dispensável, entretanto em trilhas com duração maior que 60 minutos,  alimentos repositores energéticos a base de carboidratos podem salvar sua vida de um prego de fome (hipoglicemia).

A hidratação é importantíssima, nosso corpo perde de 600 a 1200 ml de água por hora, recomenda-se que se ingira de 150 a 200 ml de água a cada 15 min, desidratar é uma das sensações mais terríveis que o ser-humano pode passar.

4 – Limpeza: Aumente a vida útil da sua relação.

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Devido a ação da natureza, poeira, chuva, barro, impregnam no cambio e na relação, diminuindo a sua vida útil, é de suma importância que após toda trilha lave-se a bike, tirando a sujeira. O querosene é um aditivo derivado do petróleo, altamente detergente, é um dos produtos mais utilizados por ciclistas para limpeza da relação, abaixo um vídeo de dicas de como limpar o cambio e a relação.

https://www.youtube.com/watch?v=6Ybktldg6jE

5 – Manutenção: Pedale com segurança e sem problemas.

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Terrenos acidentados, buracos, pedras, terra, poeira, chuva, barro são a essência do mtb, são esses fatores que dão emoção a oesporte, mas também são responsáveis pela deterioração dos componentes da magrela. Suspensão, cambio e relação, além da limpeza necessitam de manutenção periódica, recomenda-se que a cada 1000 km rodados a bike passe por uma revisão geral. E cuidado, conheça bem o mecânico, questione, tire dúvidas, é muito comum entre os ciclistas relatos de gambiarras e serviços mal feitos de alguns mecânicos.

6 – Dinheiro e Celular: Leve sempre.

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Nunca se sabe o que pode acontecer durante uma trilha, quebras e acidentes são comuns, e nem sempre pode se solucionar um problema mecânico e voltar para casa depois de uma queda, leve sempre o celular caso necessite de ajuda. O dinheiro é fundamental, além do dinheiro da coca e do Gatorade do fim do pedal, carregue sempre uns trocados a mais.

7 – Informe sua localização.

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Mesmo saindo em grupo, informe sempre uma pessoa próxima,  da região e localização do pedal que você fará, imprevistos acontecem, e caso se tenha informado alguém da trilha e da região do pedal, você já tem uma garantia de suporte e ajuda.

8 – Mecânica e regulagem: aprenda o básico.

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Acredito que uma das piores situações dos ciclistas de primeira viajem é a dependência de mecânicos e lojas para solução de problemas simples, como regulagem de marchas (que desregulam fácil) e desalinhamento de componentes da magrela. No youtube existem inúmeros vídeos tutorias explicando como fazer a manutenção básica da bike. Uma canivete de chaves torna-se indispensável, aprenda a mexer na sua bike e poupe seu tempo e paciência.

9 – Não deixe ninguém para trás

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Nem todos possuem o mesmo condicionamento físico e conhecem os caminhos das trilhas, se tens iniciantes na sua turma de pedal, chegue e pergunte o individuo a quanto tempo pedala, quantos km ele faz por semana, são informações básicas mas que dão parâmetros para o ritmo do pedal. Os primeiros devem sempre parar e esperar em trevos, bifurcações e encruzilhadas. Na saída do pedal conte sempre o número de ciclistas, e lembre-se sempre, um dia você também estava começando e era um iniciante.

10 – Ajuda: seja o primeiro a se dispor a ajudar.

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Como já foi dito, quebras e acidentes acontecem, seja o primeiro a se dispor a ajudar, um dos ideais do ciclismo é a amizade e o companheirismo.  Aquela expressão “uma mão lava a outra” é constantemente usada nesse esporte.

11 – Trânsito, rua: Cuidado!

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Já havia escrito a publicação de hoje, a principio seriam apenas 10 dicas, mas ontem, no caminho para o pedal, um de nossos amigos do Grupo Bandeira se envolveu em um acidente com uma moto, ele bateu a cabeça, e se não fosse o seu capacete uma lesão mais seria poderia ter ocorrido. Foi ao médico, fez raio X, e além dos ralados e do susto nada de grave aconteceu. Fica o alerta, cuidado com o trânsito, muitos motoristas não respeitam os ciclistas, vamos andar com mais prudência nas ruas, sempre na defensiva e com cautela. Somos frágeis e fracos,   não vamos deixar que um veículo auto-motor acabe com nossa liberdade e diversão!

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1.000 (MIL) VISUALIZAÇÕES



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Gostaria de agradecer aos espectadores do Blog, em pouco mais de um mês, o Bandeira MTB chegou a marca de 1000 visualizações. A primeira postagem foi realizada no dia 05 de dezembro de 2014, e domingo, 18 de janeiro, chegamos a marca de MIL visualizações, isso é uma vitória para mim e para os meus amigos que vem acreditando e me ajudando nesse projeto. E isso é só o começo, ainda temos milhares de quilômetros para pedalar.


A arte das camisas do Bandeira MTB já está na fase final de produção, em breve apresentaremos a arte, e após a confecção sortearemos algumas unidades da camisa, adianto que ficaram lindas e serão produzidas com alto padrão de qualidade.


Aguardem, muitas novidades estão por vir!

Obrigado!

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Trilha do Cavalo Doido

No último sábado (10/01), os bandeiras saíram às 07:00 hrs da manhã do parque de exposições para fazer a trilha do Cavalo Doido, que fica entre os municípios de Catalão e Ouvidor. Conta-se que a trilha tem esse nome devido a um cavalo que perseguiu um grupo de ciclistas por um longo trecho na região.

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A trilha do cavalo doido tem uma extensão de 50 km, com elevação aproximada de 800 metros, é um percurso de dificuldade média – difícil. A primeira parte do percurso é predominantemente em estradões, o início da segundo metade, em torno do km 27 até o km 37, após a passagem pela zona urbana de ouvidor, o percurso concentra-se em trieiros e single tracks que cortam fazendas nas proximidades do córrego paraíso.  E a última parte da trilha é por estradões, terminando na “tubulação”, que dá acesso a multinacional Copebrás.

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Na minha opinião, das trilhas que cercam a cidade de Catalão, o “Cavalo doido” está dentre as trilhas com as paisagens mais belas. A região ainda conserva traços característicos do cerrado goiano, não podendo faltar a sua fruta típica, o pequi, popularmente conhecido como o “ouro do cerrado”.

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Terminamos o trajeto com um tempo aproximado de 3 h e 30 m, fizemos algumas paradas para registrar a paisagem e para descansar. Apesar de algumas quedas por excesso de confiança e ausência de técnica, tudo correu bem.

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Mais trilhas e muitas novidades estão por vir…!!!!

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Dicas: montando sua bike

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Para quem é entusiasta ou praticante do mountain bike, sabe da infinidade de peças e acessórios disponíveis no mercado, que está em constante mudança e sempre cheio de novidades, desde quadros, câmbios, até ciclo computadores e equipamentos de segurança.

As marcas e as lojas revendedoras não economizam na propaganda e no discurso. Atletas de elite carregam no peito (capacete, vestuário, bike, etc…) os logos das grandes indústrias do ciclismo. E também existem os “fulanos e ciclanos”, que sempre dão conselhos e fazem recomendações dos melhores produtos. Todos esses fatores deixam os iniciantes no esporte completamente perdidos.

Antes de montar sua bike, ou fazer um upgrade é necessário que se tenha um conhecimento básico das peças e acessórios que compõem a magrela. A seguir darei dicas simples, mas que com certeza serão de grande relevância para os ciclistas de primeira viajem.

Mas, antes de começar é essencial que se faça uma pergunta: qual o será o uso da bike, e até quanto você pode gastar? Responda essa pergunta, pesquise, pesquise, e pesquise de novo, e não compre na primeira loja, e muito menos na empolgação.

Quadro

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O quadro talvez seja o componente que mais embeleze a bike, no entanto não devemos ficar presos somente a estética, comparo o quadro a uma roupa, que deve ser bonita, confortável e resistente a ação do tempo. Como as roupas os quadros também tem seus tamanhos, abaixo uma tabela da altura do ciclista e o tamanho respectivo do quadro:

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 Grupos e Cambio

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O grupo e o cambio, podemos dizer que funcionam como o coração e o cérebro da bicicleta, são as peças que compõem o grupo e o cambio que serão responsáveis por transmitir a força do ciclista para a bicicleta e realizar as trocas de marchas. Existem grupos para todos gostos e bolsos, cabe ao comprador decidir qual configuração se adequa mais ao seu uso. Duas marcas dominam o mercado, Shimano e Sram.

Abaixo os modelos da shimano, alguns comentários e especificações técnicas:

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FONTE: bicicletadafloripa

Comparativo de equivalência entre os modelos da Shimano e da Sram :

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Freios

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Os freios merecem atenção especial, são eles que poderão salvar sua vida (rsrs…). Tres modelos são mais usados no mercado, o v-brake, o freio a disco mecânico e o freio a disco hidráulico. O freio v-brake, praticamente está caindo em desuso devido a tecnologia do disco, que supostamente é mais eficiente, entretanto na escolha de um bom v-brake e o freio a disco mecânico, eu ficaria com o v-brake. Existem inúmeros relatos de falhas dos freios a disco mecânicos em situações de exigência. Agora se você tem condições de equipar sua bike com um freio a disco hidráulico, não pense duas vezes, sem dúvidas é a melhor opção considerando a eficiência e a segurança.

 Suspensão

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 Além de amortecer o impacto do terreno trazendo conforto para o ciclista, a suspensão também mantem a roda em contato com o terreno, consequentemente deixando a bike mais  segura e estável. Três tecnologias de suspensão se destacam: elastômetro, óleo e ar. Qual é a melhor? Bom, como disse no inicio, vai depender muito do uso. Se o ciclista fará cicloturismo, ou andará predominantemente no asfalto, o elastômetro atenderá as expectativas. Agora, se o uso for em trilhas mais pesadas, se o ciclista gosta de emoção com os amigos e visa o rendimento, sem dúvidas as tecnologias a óleo e a ar são as melhores escolhas. No entanto, as tecnologias a óleo e a ar requerem maior atenção, sendo necessário manutenção e regulagem de tempos em tempos (aproximadamente depois de 2 mil km).

 Selim

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Esse é um componente que recomendo não economizar; o selim ou banco transmitira todo o impacto da trilha para o corpo do ciclista, e ficar 1 hora, 2… ou até 5 horas em cima da bike com um selim desconfortável não trará uma boa sensação, acredite. Dê preferência para selims menos espessos, mais leves e mais finos.

 Aros

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Apesar de ser um componente considerado barato em relação ao restante da bike, o aro é essencial, e pode acabar com sua diversão se não for de boa qualidade. Escolha um aro resistente, e exija um aro de parede dupla.

 Pneus

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Os pneus separam sua bike da superfície da trilha, e sua função principal é manter a aderência e a estabilidade. Existem modelos de todos os preços, de 20,00 a 200,00  a unidade. Pneus mais largos garantem uma estabilidade maior em curvas e em descidas, no entanto devido a maior superfície de contato prendem mais a rolagem. Pneus mais estreitos deslizam melhor no terreno e são mais leves, mas são mais sujeitos a furos e cortes, além de não possuírem uma boa aderência em curvas.

Os cravos dos pneus merecem atenção especial. Pneus com cravos mais altos são específicos para terrenos com barro, e quanto o maior a distância entre os cravos menor o acumulo de terra. Cravos mais baixos garantem uma ótima rolagem em estradões. Se atente para os cravos laterais, eles são responsáveis pela aderência nas curvas.

Essas foram dicas básicas de peças que compõem a magrela, mas que sem dúvidas ajudarão bastante os ciclistas de primeira viajem. E depois de montar a bike, não se esqueça dos equipamentos de segurança, capacete, luva, bermuda acolchoada, espátula, câmara de ar e bomba de encher pneu, são acessórios imprescindíveis para um pedal seguro e sem surpresas.

boa diversão


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A lendária trilha do 61.

Trilha do 61 cópia

No último domingo (28/12), dezenas de ciclistas de todas as idades e de ambos os sexos de Catalão e Região, se reuniram às 07:00 hrs da manhã no Posto Joia, para fazer o trilhão de fim de ano organizado pela ACACI (Associação Catalana de Ciclismo) e pelas lojas de bicicleta da Cidade. A trilha escolhida para realização do trilhão, foi a lendária trilha do 61.

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por Haroldo Maia

Foto por: Haroldo Maia.

Já tinha ouvido muito a respeito  da “lendária trilha do 61”, os ciclistas mais antigos diziam que a trilha “separava os homens dos meninos”, que antes de fazer a trilha você é um, depois que você a termina é outro, e de fato eles não mentiram, a 61 é isso e mais um pouco, devido ao grau de dificuldade e a diversidade de terrenos e desafios que fazem parte do percurso.

Para quem conhece as trilhas que cercam a cidade de Catalão, a trilha do 61 tem seu início em comum com a trilha da serrinha e a trilha da arara azul,  na região da comunidade do Tambiocó e da Custódia.

Os primeiros 12 a 14 km da trilha foram marcados por caminhos em estradões com pequenas elevações no terreno, sem muitos desafios e dificuldades. Do km 15 em diante a história começou a mudar, os caminhos foram predominantemente em trieiros de cascalho, no meio de pastos isolados de braqueara. Em alguns trechos os caminhos eram visíveis, em outros não existia referências,  era no meio do mato mesmo. Como disse um ciclista durante o trilhão: “A Trilha do 61 não tem caminho, é por rumo!” (rsrs).

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As oscilações no terreno e a falta de referências de caminho demandaram uma atenção maior dos ciclistas, os freios, principalmente o traseiro, foram bastante exigidos. Ocorreram algumas quedas, mas felizmente nada de grave.

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Alguns trechos pareciam intransponíveis, os ciclistas entravam na mata fechada, 4 metros depois desapareciam da vista. Num desses trechos, para ultrapassa-lo, somente andando em um caminho de aproximadamente de 30 cm de largura na beira de uma encosta, e carregando a bike nas costas, com uma angulação que oscilava de 30 a 45 graus, estimo que a altura aproximava-se de uns 12 metros, da base até o topo.

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 Os ciclistas que conheciam a trilha mantiveram uma velocidade média na primeira metade, que possibilitava que todos, independente do nível de condicionamento físico acompanhassem, no entanto, formaram-se de dois a três grupos, e alguns ciclistas se perderam na região, mas logo encontram os demais que vinham atrás.

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No km 30 foi feito um ponto de apoio, em que foi oferecido aos ciclistas frutas (banana, melancia), água e coca-cola, sem dúvidas esse pit stop salvou muita gente, prego de fome ninguém deu.

Foto por Haroldo Maia

Foto por: Haroldo Maia.

Na segunda metade, o percurso foi de estradão, como já passava das dez da manhã e devido  a variação da altimetria, os ciclistas foram castigados pelo calor e pelas variações de elevação. Os ciclistas com melhor condicionamento terminaram a trilha em torno das 11:30 e meio-dia, os demais chegaram de 30 a 60 minutos depois.

Por Haroldo Maia

Foto por: Haroldo Maia.

No total a “lendária trilha do 61” teve uma duração média de 4 h. e 30 min. (com referência no tempo geral de todos), o ganho de elevação foi de aproximadamente 1270 metros, e a distância total percorrida pelos ciclistas fazendo jus ao nome  da trilha foi de 61 km.

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Que mais “trilhões” como esse sejam organizados pela ACACI e pelas lojas de bikes da região, eventos como esse unificam os participantes e fortalecem o esporte!

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Foto por: Haroldo Maia.

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Clube de ciclismo, batizado com o nome de um dos animais mais magníficos da fauna brasileira, o Tamanduá Bandeira. O clube reuni os amantes e praticantes do mountain bike, que buscam resgatar o verdadeiro espirito do esporte, o companheirismo, o contato com a natureza, a adrenalina e a aventura. Utilizamos o blog para compartilhar nossas experiências, fortalecer o esporte e conscientizar as pessoas da importância da preservação da natureza.

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